As habilidades socioemocionais para o profissional do futuro

As habilidades socioemocionais para o profissional do futuro

Muitos especialistas em educação e mercado de trabalho estão debruçados sobre a análise do mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo que estamos vivendo. Muito embora exista uma certa dificuldade em prever o futuro, tal incerteza não ofusca nossa visão para a compreensão de que a forma como costumávamos trabalhar não funciona mais tão bem.

É verdade que muitas profissões que estarão em alta no futuro ainda nem existem, mas já há um movimento crescente entre os analistas acerca da percepção de quais serão as habilidades fundamentais para os profissionais do futuro. E, engana-se quem acredita que são habilidades técnicas. As habilidades cruciais serão as sociais e emocionais, destacando-se a capacidade de colaborar, de resolver problemas, o pensamento crítico, a curiosidade e resiliência. Continue lendo “As habilidades socioemocionais para o profissional do futuro”

Quão diverso é o seu grupo de amigos?

Quão diverso é o seu grupo de amigos?

Em um dos últimos Congressos que participei, assisti uma palestra onde o foco do debate era o processo de criatividade dos executivos no ambiente corporativo. Muito embora tenham sido expostas diversas perspectivas, uma delas me chamou atenção: estes profissionais leem os mesmo jornais, participam de formações semelhantes e, muito provavelmente, até suas formas de lazer são estruturadas de formas parecidas e esse é um dos maiores desafios para que pensem “fora da caixinha” e para que possam criar, inventar, desenvolver e estejam mais livres dos processos de benchmark, que em alguns momentos parece ser muito mais um processo de cópia e cola, reproduzindo propostas que são apenas mais do mesmo. É claro que não é exatamente a homogeneização que inibe a criatividade, mas, certamente, possui uma contribuição significativa dentro deste processo. Continue lendo “Quão diverso é o seu grupo de amigos?”

Saber ressignificar: a oportunidade de ser líder de si mesmo

Saber ressignificar: a oportunidade de ser líder de si mesmo

O hábito de dar um novo significado às nossas experiências e aos acontecimentos que nos ocorrem, quando é fruto de um processo de descobrimento de quais são as nossas crenças limitantes, não deve ser confundido com fuga da realidade ou visão imatura sobre a vida.

Ao colocarmos a nossa habilidade de ressignificar em função da nossa transformação pessoal, não estamos sofrendo com a “síndrome da Pollyana”, construindo um mundo onde todas as pessoas são boas e jogando o “jogo do contente”, que procura tirar o melhor de cada situação.

Em uma das alegorias mais importantes da história da Filosofia, Platão, em o Mito da Caverna, traz a reflexão sobre a visão distorcida que os seres humanos têm da realidade. Não vemos a realidade, mas nossa projeção da realidade. Continue lendo “Saber ressignificar: a oportunidade de ser líder de si mesmo”

A Programação Neurolinguística (PNL) e o poder das crenças

A Programação Neurolinguística (PNL) e o poder das crenças

Outro dia eu estava na rua e uma moça chegou perto de mim e me deu moedas. Sim, isso mesmo. Moedas! Segundo ela, moedas para eu “comer alguma coisa”. Talvez no mapa dela, qualquer jovem cadeirante e sozinha na rua deveria ser, necessariamente, uma necessitada. Após eu devolver o pequeno “mimo” que ela havia me oferecido, ela se sentiu ofendida com a falta de consideração da minha parte. Ela estava tão presa às suas próprias crenças que sequer conseguiu perceber as outras características em mim: usando um cordão de ouro, óculos de sol, bem vestida e segurando um telefone celular que estava sendo carregado por uma bateria externa.

Não podemos iniciar esse debate antes de refletirmos como as nossas ações têm reforçado os caminhos neurais que criamos e que geram os nossos resultados. Conhecemos as nossas crenças ou acreditamos que elas apenas dizem respeito a uma fé religiosa? Continue lendo “A Programação Neurolinguística (PNL) e o poder das crenças”

A escolha da máquina de lavar para uma casa acessível

A escolha da máquina de lavar para uma casa acessível

Antes de ir morar sozinha, nem em meus sonhos mais distantes eu poderia imaginar a importância de uma máquina de lavar para uma casa. Ponto para quem aposta que a melhor forma de descobrir as coisas é vivendo. Roupas delicadas, roupas de cama, mesa e banho, roupas claras, escuras e coloridas, roupas que soltam tinta e eu confesso que levei um tempo (e perdi algumas peças) até me familiarizar com todos esses detalhes que eram completamente alheios ao meu mundo. O aprendizado foi tão intenso que, sem dúvidas, ele merece um compartilhamento de dicas sobre como escolher uma máquina de lavar para uma casa completamente acessível. Continue lendo “A escolha da máquina de lavar para uma casa acessível”

Quem você pensa que é?

Quem você pensa que é?

Último post do ano! O primeiro final de ano do Destinos Acessíveis e em apenas dois meses eu, que recebi várias mensagens e e-mails durante esse período, certamente aprendi muito mais do que acreditei poder ter ensinado.
“Quem você pensa que é?” é uma pergunta que pode soar como arrogante na maioria dos contextos aos quais ela é aplicada, entretanto, ela foi uma das bases para muitos dos nossos posts neste ano, visto que “Conhecer o que está dentro para transformar o que está fora” extrapola a ocupação de espaços físicos e envolve, sobretudo, o processo de autoconhecimento de cada um. Continue lendo “Quem você pensa que é?”

Vincular-se à rotina sem estar condenado a ela

Vincular-se à rotina sem estar condenado a ela

Difícil acreditar que já estamos na semana do Natal (há quem não goste, só deixem em paz o pisca-pisca). E esse clima de final de ano é bem propício para fazermos aquela reflexão sobre os nossos resultados, para colocarmos na balança os pontos positivos e negativos do estilo de vida que estamos adotando, para revisarmos a lista de metas que estabelecemos para alcançarmos ao longo do ano. E, durante esse processo de autoanálise, não é difícil percebermos o quanto temos vivido com pressa. Muitos de nós corremos para chegarmos no horário no trabalho, damos um beijo de “bom dia” com pressa, temos pressa no trânsito, tomamos o café da manhã (para alguns isso é luxo) correndo, vivemos no esquema de trabalho das 9h às 18h e, muitas vezes, conseguimos entrar às 9h, mas raramente sair às 18h, o que parece fazer com que nosso dia simplesmente evapore. Continue lendo “Vincular-se à rotina sem estar condenado a ela”