A influência da inteligência emocional em nossos resultados

Durante a última semana, fomos entrevistados pela TV Brasil e uma das perguntas que abriram nosso bate papo foi sobre a que atribuíamos a superação de desafios e o alcance de uma vida feliz. Não dá para responder essa pergunta sem falar sobre a importância da inteligência emocional nos resultados que desejamos alcançar.

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Como funciona a mente

Lembro-me do auge de meus oitos anos, usando o vestido vermelho favorito e carregando meus cachinhos na cachola em um aniversário infantil. Como eu adorava conversar com os desconhecidos, recebi com um largo sorriso uma senhora que se aproximou de mim e afirmou que eu poderia ser curada. Com a pureza de uma criança, retruquei que eu não estava em busca de cura, afinal não estava doente. Talvez aquela senhora tenha se despedido de mim achando que eu ainda era muito inocente e que um dia eu compreenderia algumas coisas na vida. O curioso é que eu fui embora pensando a mesma coisa sobre ela.

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Estratégias para construir harmonia e confiança nos relacionamentos

Qualquer pessoa que esteja disposta a melhorar a qualidade dos seus relacionamentos, através da construção de harmonia e confiança, tem a necessidade de compreender a dinâmica dos dois níveis mentais que operam simultaneamente em qualquer comunicação: o consciente e o inconsciente. A nossa mente consciente tende a detectar as diferenças entre nós e o outro, mas é facilmente sobreposta pela percepção da nossa mente inconsciente, a qual busca as semelhanças. Isso quer dizer que o consciente é responsável por 5% a 9% das atividades de nossa vida, ficando sob responsabilidade da mente inconsciente entre 91% a 95%.

Um bom exemplo do nosso imperativo inconsciente, a atração pela semelhança, é a nossa motivação ao conversar com alguém que tenha algo em comum conosco ao invés de alguém diferente de nós.

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A coragem de determinar quem se quer ser

Lembro do primeiro livro que li, há alguns anos, quando comecei a despertar para a importância do autoconhecimento. Havia nele uma citação que me causou grande reflexão e que eu carrego até hoje: “não tente descobrir quem é, mas determinar quem quer ser”. Há nessa mensagem uma sutil, e profunda, mudança de perspectiva: saímos da posição de espectadores sobre as nossas limitações, nossos traumas para um sujeito ativo, que usa esse conhecimento em prol do seu autodesenvolvimento. E à medida que seguimos nesse caminho de construção, vamos lidando com a nossa humanidade, descobrindo as nossas sombras e trabalhando as fraquezas.

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A Programação Neurolinguística (PNL) e o poder das crenças

Outro dia eu estava na rua e uma moça chegou perto de mim e me deu moedas. Sim, isso mesmo. Moedas! Segundo ela, moedas para eu “comer alguma coisa”. Talvez no mapa dela, qualquer jovem cadeirante e sozinha na rua deveria ser, necessariamente, uma necessitada. Após eu devolver o pequeno “mimo” que ela havia me oferecido, ela se sentiu ofendida com a falta de consideração da minha parte. Ela estava tão presa às suas próprias crenças que sequer conseguiu perceber as outras características em mim: usando um cordão de ouro, óculos de sol, bem vestida e segurando um telefone celular que estava sendo carregado por uma bateria externa.

Não podemos iniciar esse debate antes de refletirmos como as nossas ações têm reforçado os caminhos neurais que criamos e que geram os nossos resultados. Conhecemos as nossas crenças ou acreditamos que elas apenas dizem respeito a uma fé religiosa?

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Quem você pensa que é?

Último post do ano! O primeiro final de ano do Destinos Acessíveis e em apenas dois meses eu, que recebi várias mensagens e e-mails durante esse período, certamente aprendi muito mais do que acreditei poder ter ensinado.
“Quem você pensa que é?” é uma pergunta que pode soar como arrogante na maioria dos contextos aos quais ela é aplicada, entretanto, ela foi uma das bases para muitos dos nossos posts neste ano, visto que “Conhecer o que está dentro para transformar o que está fora” extrapola a ocupação de espaços físicos e envolve, sobretudo, o processo de autoconhecimento de cada um.

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Autoconhecimento: uma viagem sem destino final

“Aquele que não enxerga, não sabe o que não vê; se ele soubesse o que não vê, de alguma forma já estaria vendo. Já aquele que vê, pensa que tudo que vê é o que é, mas se ele soubesse que nem tudo que ele vê é o que é, de alguma forma já estaria vendo” é um dos trechos mais reflexivos do monólogo “A alma imoral”, obra de Nilton Bonder.

E sobre nós? O que mais conseguimos ver além do que nos mostra o reflexo do espelho? Quem eu seria se apenas soubesse que sou a aparência que causa surpresa em olhares que me veem pela primeira vez?

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