O amor nos conduz à uma vida mais plena?

O amor nos conduz à uma vida mais plena?

Há uma estratégia clássica para avaliarmos o nosso comportamento dentro dos relacionamentos: nos questionarmos o que gostaríamos de dizer a essas pessoas com as quais nos relacionamos se hoje fosse o nosso último dia na terra.

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Estratégias para construir harmonia e confiança nos relacionamentos

Estratégias para construir harmonia e confiança nos relacionamentos

Qualquer pessoa que esteja disposta a melhorar a qualidade dos seus relacionamentos, através da construção de harmonia e confiança, tem a necessidade de compreender a dinâmica dos dois níveis mentais que operam simultaneamente em qualquer comunicação: o consciente e o inconsciente. A nossa mente consciente tende a detectar as diferenças entre nós e o outro, mas é facilmente sobreposta pela percepção da nossa mente inconsciente, a qual busca as semelhanças. Isso quer dizer que o consciente é responsável por 5% a 9% das atividades de nossa vida, ficando sob responsabilidade da mente inconsciente entre 91% a 95%.

Um bom exemplo do nosso imperativo inconsciente, a atração pela semelhança, é a nossa motivação ao conversar com alguém que tenha algo em comum conosco ao invés de alguém diferente de nós.

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A experiência de receber um amigo com deficiência em minha casa

A experiência de receber um amigo com deficiência em minha casa

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 6,2% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Isso significa que há 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PCDs) somente no Brasil, número próximo à população da Inglaterra (53 milhões, aproximadamente). Até pouco tempo atrás, essas pessoas estavam em completo estado de invisibilidade na sociedade. Além de serem usurpadas dos seus direitos enquanto cidadãs, eram postas em verdadeiro cárcere induzido, quer seja pela necessidade e ausência de um acompanhante quer seja pela dificuldade em transpor as barreiras físicas das ruas, em calçadas, escadarias e até mesmo na dificuldade em encontrar transporte acessível. É certo que à medida que o ciclo da inclusão substitui o ciclo da invisibilidade, essa situação se altera e cada vez mais é possível ver as pessoas com deficiência verdadeiramente inseridas na sociedade.

Assim, é cada vez mais comum você encontrar pessoas com deficiências nas escolas, universidades, shows, shopping e no ambiente trabalho. E qual a chance você se dá de ampliar seu mundo, suas crenças e paradigmas ao se relacionar com pessoas que, aparentemente, são tão diferentes de você? Continue lendo “A experiência de receber um amigo com deficiência em minha casa”

Fornecedores: eles estão preparados para atender clientes com deficiência?

Fornecedores: eles estão preparados para atender clientes com deficiência?

Experimente ir a uma loja acompanhado (a) de um amigo (a) ou alguém da sua família que possua alguma deficiência. Não importa o tipo da deficiência nem o grau de severidade. Faça o teste de, juntos, pedirem ajuda ou orientação ao vendedor. Não dá para saber exatamente o que irá acontecer, mas há uma grande chance de que o (a) vendedor (a) concentre grande parte da sua atenção em você, “acompanhante sem deficiência”. Mas, será que isso é algo proposital? Continue lendo “Fornecedores: eles estão preparados para atender clientes com deficiência?”

Eu, meus irmãos e a Osteogênese imperfeita

Eu, meus irmãos e a Osteogênese imperfeita

(Este texto foi uma colaboração da irmã de Amanda, Michelle)

Será que eu conseguiria transcrever sobre todos esses anos convivendo com alguém que tenha osteogênese imperfeita? E quando esse alguém é sua irmã?

O que eu sei que eu consigo é sentir meu coração vibrar de orgulho em olhar para trás e ver o quanto todos nós fomos modificados desde que ela chegou. Sim, tudo mudou. As atenções, os cuidados eram redobrados, nossa rotina girava em torno do bem-estar dela e, principalmente, da sua proteção. Ninguém nunca nos disse que seria fácil. Muito pelo contrário, as previsões eram as mais desanimadoras. Continue lendo “Eu, meus irmãos e a Osteogênese imperfeita”

Quão diverso é o seu grupo de amigos?

Quão diverso é o seu grupo de amigos?

Em um dos últimos Congressos que participei, assisti uma palestra onde o foco do debate era o processo de criatividade dos executivos no ambiente corporativo. Muito embora tenham sido expostas diversas perspectivas, uma delas me chamou atenção: estes profissionais leem os mesmo jornais, participam de formações semelhantes e, muito provavelmente, até suas formas de lazer são estruturadas de formas parecidas e esse é um dos maiores desafios para que pensem “fora da caixinha” e para que possam criar, inventar, desenvolver e estejam mais livres dos processos de benchmark, que em alguns momentos parece ser muito mais um processo de cópia e cola, reproduzindo propostas que são apenas mais do mesmo. É claro que não é exatamente a homogeneização que inibe a criatividade, mas, certamente, possui uma contribuição significativa dentro deste processo. Continue lendo “Quão diverso é o seu grupo de amigos?”

O que eu aprendi com uma filha com deficiência?

O que eu aprendi com uma filha com deficiência?

(Este texto foi uma colaboração da mãe de Amanda, Cristina)

No começo enfrentamos muitos medos e inseguranças, mas, partindo do pressuposto que cada indivíduo tem suas características e que é impossível encontrar pessoas totalmente iguais, comecei a me ver como mãe de três filhos diferentes, assim como todas as criaturas o são (cada um de nós tem uma digital que é única). Dessa maneira encarei a incrível tarefa que me foi confiada pelo Universo, acreditando que nada acontece por acaso. Não podemos deixar de considerar que a família tem influência determinante no comportamento humano e na formação da personalidade. E o que é ter um “filho com deficiência”? Continue lendo “O que eu aprendi com uma filha com deficiência?”